"Superstição" vem do latim superstitio, que significa "o excesso", ou também "o que resta e sobrevive de épocas passadas". Em qualquer acepção, designa "o que é alheio à actualidade, o que é velho". Transposto para a linguagem religiosa dos romanos, o vocábulo "superstitio" veio a designar a observância de cultos arcaicos, populares, não mais condizentes com as normas da religião oficial.
O número 13 é tido ora como sinal de infortúnio, ora de bom agouro.
O número 13
Símbolo de desgraça, já que 13 eram os convivas da última ceia de Cristo, e dentre eles, Jesus que morreu na sexta-feira foi, consequentemente, ligada ao horror que o número 13 provocava nas gerações cristãs. Por isso, muitas pessoas evitam viajar em sexta-feira 13; a numeração dos camarotes de teatro omite, por vezes, o 13; em alguns hotéis não há o quarto de número 13 - este é substituído pelo 12-a. Muitos prédio pulam do 12º para o 14º andar temendo que o 13º traga azar. Há pessoas que pensam que participar de um jantar com 13 pessoas traz má sorte porque uma delas morrerá no período de um ano. A sexta-feira 13 é considerada como um dia de azar, e toma-se muito cuidado quanto às actividades planejadas para este dia.
Como se vê, a crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é, estimado como símbolo de boa sorte.
O argumento dos optimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.
As lendas
Além da justificativa cristã, existem 2 outras lendas que explicam a superstição. Uma Lenda diz que na Escandinava existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em uma bruxa exilada no alto de uma montanha. Para vingar-se, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e mais o demónio - totalizando treze - para rogar pragas sobre os humanos. Da Escandinava a superstição se espalhou pela Europa.
A outra lenda é da mitologia nórdica. No valha, a morada dos deuses, houve um banquete para o qual foram convidados doze divindades. Loki o espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu o favorito dos deuses. Este episódio serviu para consolidar o relato bíblico da última ceia, onde havia treze à mesa, às vésperas da morte de Cristo. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
Acredite ou não em sorte e azar, desejo-lhe um bom dia 13.
(texto retirado de http://www.quediaehoje.net/destaque/destaque_sexta13.asp)
sexta-feira, abril 13, 2007
quinta-feira, abril 12, 2007
Engenheiro das Obras Feitas
Vivemos num país em que é mais importante parecer que ser!
Vão longe os tempos em que havia respeito pelos Títulos, o Senhor Doutor, o Senhor Engenheiro, o Senhor Arquitecto ou até, o Senhor Padre. Enfim, eram tempos em que não era em vão que se empregavam os títulos.
Com a democratização do ensino, e bem!!!, todos passámos a poder ter acesso às universidades, aos institutos politécnicos, às escolas superiores. Perdeu-se foi o valor do que se ia lá aprender! Que interessa o curso onde se anda..., que interessa se se está a aprender o que se gosta...., o que interessa é ser Doutor ou Engenheiro, ou Arquitecto, (Padre já não! Estão fora de moda! ou nós estamos fora de moda... Enfim outras reflexões!).
A conversa é sempre a mesma, " o meu filho foi à Universidade, anda a estudar (será???) para ser doutor! ....... Doutor de quê? pergunta a outra parte!, Não sei!, responde a Mãe orgulhosa! É pra Doutor!
O importante é que o filho anda a queimar as pestanas, (na discoteca! - digo eu), pra ser Doutor.
É aqui que viciámos o sistema. Não podemos continuar a formar doutores e engenheiros de coisa nenhuma, com letra pequena. É urgente mudar o rumo dos acontecimentos, é imperativo formar homens e mulheres de acordo com as necessidades de empregabilidade do país, de acordo com as leis da oferta e da procura do mercado de trabalho. É preciso por fim a este sistema Fordiano de ensino e deixar de abrir cursos de caneta e papel, com propinas a milhares de Euros por ano, que só servem os bolsos (e as contas bancárias também!) das empresas que as gerem.
O ensino privado é bem vindo, é necessário, é fundamental! Mas tem de se orientar pelo primado da qualidade, e o Estado (qualquer que seja a sua cor), tem de ser o garante da qualidade, exigindo nada mais que a excelência.
O sistema de ensino, não padece de um só mal. São vários os sintomas, e tudo indica, várias as doenças, é urgente começar por algum lado.
A assembleia tem de fazer um pacto de regime para que a estratégia de ensino,seja isso mesmo, ESTRATÉGIA! E não uma arma de arremesso político de 4 em 4 anos.
Vivemos num país com letra pequena, do nosso tamanho!, é-se doutor, mas não interessa de quê, é-se Ingenheiro (lê-se in/genheiro - no Norte Carago!) mas não interessa porquê!
Que toda esta Estória, não fique para a História como o início do fim! E lembre-se Senhor Engenheiro, à Mulher de César, não basta se-lo há que parece-lo também!
Vão longe os tempos em que havia respeito pelos Títulos, o Senhor Doutor, o Senhor Engenheiro, o Senhor Arquitecto ou até, o Senhor Padre. Enfim, eram tempos em que não era em vão que se empregavam os títulos.
Com a democratização do ensino, e bem!!!, todos passámos a poder ter acesso às universidades, aos institutos politécnicos, às escolas superiores. Perdeu-se foi o valor do que se ia lá aprender! Que interessa o curso onde se anda..., que interessa se se está a aprender o que se gosta...., o que interessa é ser Doutor ou Engenheiro, ou Arquitecto, (Padre já não! Estão fora de moda! ou nós estamos fora de moda... Enfim outras reflexões!).
A conversa é sempre a mesma, " o meu filho foi à Universidade, anda a estudar (será???) para ser doutor! ....... Doutor de quê? pergunta a outra parte!, Não sei!, responde a Mãe orgulhosa! É pra Doutor!
O importante é que o filho anda a queimar as pestanas, (na discoteca! - digo eu), pra ser Doutor.
É aqui que viciámos o sistema. Não podemos continuar a formar doutores e engenheiros de coisa nenhuma, com letra pequena. É urgente mudar o rumo dos acontecimentos, é imperativo formar homens e mulheres de acordo com as necessidades de empregabilidade do país, de acordo com as leis da oferta e da procura do mercado de trabalho. É preciso por fim a este sistema Fordiano de ensino e deixar de abrir cursos de caneta e papel, com propinas a milhares de Euros por ano, que só servem os bolsos (e as contas bancárias também!) das empresas que as gerem.
O ensino privado é bem vindo, é necessário, é fundamental! Mas tem de se orientar pelo primado da qualidade, e o Estado (qualquer que seja a sua cor), tem de ser o garante da qualidade, exigindo nada mais que a excelência.
O sistema de ensino, não padece de um só mal. São vários os sintomas, e tudo indica, várias as doenças, é urgente começar por algum lado.
A assembleia tem de fazer um pacto de regime para que a estratégia de ensino,seja isso mesmo, ESTRATÉGIA! E não uma arma de arremesso político de 4 em 4 anos.
Vivemos num país com letra pequena, do nosso tamanho!, é-se doutor, mas não interessa de quê, é-se Ingenheiro (lê-se in/genheiro - no Norte Carago!) mas não interessa porquê!
Que toda esta Estória, não fique para a História como o início do fim! E lembre-se Senhor Engenheiro, à Mulher de César, não basta se-lo há que parece-lo também!
segunda-feira, março 26, 2007
Campeonato ao Rubro
Cá está, quando nada fazia apontar que o FCP perdesse 8 pontos em dois meses, dois deslizes e dois azares forçam a aproximação do SCP e do SLB ao 1º lugar.
Para que fique claro, estou contente, não só sou Benfiquista como gosto de emoção até ao fim. Contudo também sei apreciar bom futebol quando o vejo. E confesso é preciso ver um jogo inteiro do SLB para se poderem ver 10 a 15 jogadas dignas de uma equipa da 1ª divisão, (desculpem - 1ª Liga!).
Este aparente equilíbrio do futebol português pode até dar a impressão que nem tudo vai mal neste reino... mas vai, acreditem. Com estádios às moscas, salários em atraso, apitos dourados, suspeitas sobre os árbitros (alguns! dos outros há certezas!!), afirmações de ligações escusas e duvidosas entre o poder político e o futebol... Enfim acho que já chega de exemplos (maus!!!).
Já que não houve coragem para só termos um estádio no Porto (FCP e BFC), um em Lisboa (SLB e SCP), um em Guimarães ou Braga, partilhado pelos dois clubes e assim por diante, que haja coragem para reduzir o numero de equipas na Tal 1ª Liga a 12 ou até mesmo 10 e fazer-se 3 ou quatro voltas, com jogos a sério.
Para que fique claro, estou contente, não só sou Benfiquista como gosto de emoção até ao fim. Contudo também sei apreciar bom futebol quando o vejo. E confesso é preciso ver um jogo inteiro do SLB para se poderem ver 10 a 15 jogadas dignas de uma equipa da 1ª divisão, (desculpem - 1ª Liga!).
Este aparente equilíbrio do futebol português pode até dar a impressão que nem tudo vai mal neste reino... mas vai, acreditem. Com estádios às moscas, salários em atraso, apitos dourados, suspeitas sobre os árbitros (alguns! dos outros há certezas!!), afirmações de ligações escusas e duvidosas entre o poder político e o futebol... Enfim acho que já chega de exemplos (maus!!!).
Já que não houve coragem para só termos um estádio no Porto (FCP e BFC), um em Lisboa (SLB e SCP), um em Guimarães ou Braga, partilhado pelos dois clubes e assim por diante, que haja coragem para reduzir o numero de equipas na Tal 1ª Liga a 12 ou até mesmo 10 e fazer-se 3 ou quatro voltas, com jogos a sério.
terça-feira, fevereiro 13, 2007
IVG
E pronto, seja feita a sua vontade, assim na lei como nas urnas.
Só é pena que mais de 3.000.000 de concidadãos optaram por dizer NIM. Ou,..., não me interessa, ou,..., quero lá saber, ou,...., enfim ao não ir votar também responderam(?!?), deram (a sua) uma não opinião. Há que respeitar.
Espero que sejamos rápidos a fazer aplicar a decisão soberana do Povo e espero também que a educação sexual nas escolas, as consultas de apoio psicológico, o acompanhamento médico necessário no pós-parto, seja igual para todas as mulheres independentemente da sua cidade, hospital ou condição social.
Só é pena que mais de 3.000.000 de concidadãos optaram por dizer NIM. Ou,..., não me interessa, ou,..., quero lá saber, ou,...., enfim ao não ir votar também responderam(?!?), deram (a sua) uma não opinião. Há que respeitar.
Espero que sejamos rápidos a fazer aplicar a decisão soberana do Povo e espero também que a educação sexual nas escolas, as consultas de apoio psicológico, o acompanhamento médico necessário no pós-parto, seja igual para todas as mulheres independentemente da sua cidade, hospital ou condição social.
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Web 2.0 ?
O grande desafio com as novas tecnologias é perceber o que significam todas as "buzzwords", que diariamente lemos, vemos e ouvimos na imprensa generalista e da especialidade.
Cada vez mais, em todas as áreas, novos termos aparecem relacionados com novas tecnologias ou até mesmo com "velhas" tecnologias, (re)inventadas, para satisfazer as necessidades dos investidores.
Este não é um fenómeno novo, e cada vez mais vamos assistir à (re)introdução de conceitos para vender as mesmas coisas.
O conceito Web 2.0, atribuído a O'Reilly Media (http://en.wikipedia.org/wiki/O%27Reilly_Media), ver (http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2), significa que foi dado ao utilizador a possibilidade ao utilizador de intervir bidireccionalmente na Web.
Esta nova (segunda?) geração de utilizadores, que partilham informação entre eles através de tecnologia P2P (peer to Peer), Podcasts, RSS, Wikis, Blogs!, entre outros. Estes utilizadores, utilizam a Web como uma plataforma, onde um conjunto de aplicações Web, maioritariamente gratuitas, "dão vida" à Web.
Cada vez mais, em todas as áreas, novos termos aparecem relacionados com novas tecnologias ou até mesmo com "velhas" tecnologias, (re)inventadas, para satisfazer as necessidades dos investidores.
Este não é um fenómeno novo, e cada vez mais vamos assistir à (re)introdução de conceitos para vender as mesmas coisas.
O conceito Web 2.0, atribuído a O'Reilly Media (http://en.wikipedia.org/wiki/O%27Reilly_Media), ver (http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2), significa que foi dado ao utilizador a possibilidade ao utilizador de intervir bidireccionalmente na Web.
Esta nova (segunda?) geração de utilizadores, que partilham informação entre eles através de tecnologia P2P (peer to Peer), Podcasts, RSS, Wikis, Blogs!, entre outros. Estes utilizadores, utilizam a Web como uma plataforma, onde um conjunto de aplicações Web, maioritariamente gratuitas, "dão vida" à Web.
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Convertido
E pronto! Sou obrigado a aderir aos Blogs! A Partir de agora, sempre que oportuno e conveniente, opiniões, comentários, ideias e outros pensamentos serão partilhados neste espaço.
Resta-me agradecer a vossa paciência em ler.
Beijos e abraços conforme os casos.
Miguel
Resta-me agradecer a vossa paciência em ler.
Beijos e abraços conforme os casos.
Miguel
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